CASAL MISTÉRIO & LINCE REAL ESTATE APRESENTAM
50 SÍTIOS PARA VIVER LISBOA COMO UM VERDADEIRO LISBOETA
Lisboa é muito mais do que uma cidade cheia de turistas e tuk tuks. Lisboa tem uma luz única, um encanto especial, e não é por ser a nossa cidade. Muito menos por estar na moda entre estrangeiros. Nós adoramos explorar os cantos e recantos dos bairros típicos, as ruas de charme, os becos escondidos, o Bairro Alto, Alfama, a Mouraria, o cheiro a sardinha assada durante o verão, os lençóies coloridos à janela, as vizinhas à conversa nas varandas, as esplanadas à beira-rio, enfim... Lisboa tem cada vez mais sítios incríveis para descobrir. E não nos cansamos de explorar os lugares mais cool e trendy que todos os dias nascem na capital portuguesa.
Aqui ficam os nossos 50 sítios preferidos para conhecer e aproveitar Lisboa como um verdadeiro Lisboeta.
RESTAURANTES
RESTAURANTES
LISBOA - CASCAIS - SINTRA - COMPORTA
Prado
É sem dúvida um dos nossos restaurantes preferidos de Lisboa. Além de ter uma decoração arejada e simpática, tem um serviço impecável e faz uma homenagem aos ingredientes portugueses, sazonais e frescos. Aqui só encontra produtos da época cozinhados com uma criatividade e um talento fora de série. Não deixe de provar a tosta de sardinha, o tártaro de vaca, a lula dos Açores e a barriga de atum. Para acompanhar, os vinhos são todos orgânicos, biodinâmicos e naturais... e curiosamente, muito bons.
É sem dúvida um dos nossos restaurantes preferidos de Lisboa. Além de ter uma decoração arejada e simpática, tem um serviço impecável e faz uma homenagem aos ingredientes portugueses, sazonais e frescos. Aqui só encontra produtos da época cozinhados com uma criatividade e um talento fora de série. Não deixe de provar a tosta de sardinha, o tártaro de vaca, a lula dos Açores e a barriga de atum. Para acompanhar, os vinhos são todos orgânicos, biodinâmicos e naturais... e curiosamente, muito bons.
É sem dúvida um dos nossos restaurantes preferidos de Lisboa. Além de ter uma decoração arejada e simpática, tem um serviço impecável e faz uma homenagem aos ingredientes portugueses, sazonais e frescos. Aqui só encontra produtos da época cozinhados com uma criatividade e um talento fora de série. Não deixe de provar a tosta de sardinha, o tártaro de vaca, a lula dos Açores e a barriga de atum. Para acompanhar, os vinhos são todos orgânicos, biodinâmicos e naturais... e curiosamente, muito bons.
A Taberna do Calhau é uma tradicional tasca alentejana em plena Mouraria sem pretensões de nouvelle couisine mas com a criatividade de um Guia Michelin. A sala é o retrato perfeito da tasca, com fotografias a preto e branco nas paredes, utensílios de cozinha e malas antigas nas prateleiras, mesas de pedra e bancos de madeira para não deixar ninguém demasiado confortável. A ementa é deliciosamente criativa tendo por base os clássicos da gastronomia alentejana: sopa de beldroegas, gaspacho, cabeça de xara, borrego no pão e até um inacreditável bisque de camarão com paté de tremoço. Além de se deliciar, pode levar para casa os vinhos e os azeitos servidos no restaurante.
A Taberna do Calhau é uma tradicional tasca alentejana em plena Mouraria sem pretensões de nouvelle couisine mas com a criatividade de um Guia Michelin. A sala é o retrato perfeito da tasca, com fotografias a preto e branco nas paredes, utensílios de cozinha e malas antigas nas prateleiras, mesas de pedra e bancos de madeira para não deixar ninguém demasiado confortável. A ementa é deliciosamente criativa tendo por base os clássicos da gastronomia alentejana: sopa de beldroegas, gaspacho, cabeça de xara, borrego no pão e até um inacreditável bisque de camarão com paté de tremoço. Além de se deliciar, pode levar para casa os vinhos e os azeitos servidos no restaurante.
A Taberna do Calhau é uma tradicional tasca alentejana em plena Mouraria sem pretensões de nouvelle couisine mas com a criatividade de um Guia Michelin. A sala é o retrato perfeito da tasca, com fotografias a preto e branco nas paredes, utensílios de cozinha e malas antigas nas prateleiras, mesas de pedra e bancos de madeira para não deixar ninguém demasiado confortável. A ementa é deliciosamente criativa tendo por base os clássicos da gastronomia alentejana: sopa de beldroegas, gaspacho, cabeça de xara, borrego no pão e até um inacreditável bisque de camarão com paté de tremoço. Além de se deliciar, pode levar para casa os vinhos e os azeitos servidos no restaurante.
Taberna do Calhau
Comadre
Situado na porta ao lado do mítico Elefante Branco, este restaurante foi idealizado por duas amigas de infância que, apesar de não o serem, se autointitulam as comadres. Com uma decoração vintage e esotérica, é um espaço divertido, com boa onda e ótimo ambiente. Depois de passar por um pátio com algumas mesas e uma divisão que mais parece uma mercearia, com uma vitrine e uma balança antiga, tem de abrir uma porta de um armário com um espelho, que o levará para uma sala grande, com paredes rústicas e móveis em segunda mão, como as cadeiras de cinema antigas, outras em veludo, mesas de mármore e madeira, numa conjugação caótica mas que ali faz todo o sentido. O menu é original mas o melhor do Comadre é de longe o ambiente.
Situado na porta ao lado do mítico Elefante Branco, este restaurante foi idealizado por duas amigas de infância que, apesar de não o serem, se autointitulam as comadres. Com uma decoração vintage e esotérica, é um espaço divertido, com boa onda e ótimo ambiente. Depois de passar por um pátio com algumas mesas e uma divisão que mais parece uma mercearia, com uma vitrine e uma balança antiga, tem de abrir uma porta de um armário com um espelho, que o levará para uma sala grande, com paredes rústicas e móveis em segunda mão, como as cadeiras de cinema antigas, outras em veludo, mesas de mármore e madeira, numa conjugação caótica mas que ali faz todo o sentido. O menu é original mas o melhor do Comadre é de longe o ambiente.
Situado na porta ao lado do mítico Elefante Branco, este restaurante foi idealizado por duas amigas de infância que, apesar de não o serem, se autointitulam as comadres. Com uma decoração vintage e esotérica, é um espaço divertido, com boa onda e ótimo ambiente. Depois de passar por um pátio com algumas mesas e uma divisão que mais parece uma mercearia, com uma vitrine e uma balança antiga, tem de abrir uma porta de um armário com um espelho, que o levará para uma sala grande, com paredes rústicas e móveis em segunda mão, como as cadeiras de cinema antigas, outras em veludo, mesas de mármore e madeira, numa conjugação caótica mas que ali faz todo o sentido. O menu é original mas o melhor do Comadre é de longe o ambiente.
O espaço é pequeno e tem uma decoração despretensiosa: cadeiras de madeira, mesas com tampo de pedra, balcão tradicional. Tudo é simples, acolhedor e barato. Não há detalhes de decoração modernos a imitar o antigo, não há peças vintage para dar um ar hipster. Não, senhor. O nome do restaurante é Taberna não apenas por uma questão de marketing – é sobretudo uma filosofia de vida. A comida é apresentada num quadro de ardósia e é tratada pelo nome. Simples, sem rodeios nem adjetivos. Além disso, a ementa muda todos os dias. Hoje pode haver amêijoas, amanhã pode haver ostras. Se a comida não está fresca, não entra. Nunca sabe quantos pratos haverá para escolher e nunca sabe o que poderá comer. Só tem uma certeza: é tudo fresco, saboroso e feito com cuidado. Ah, e outra certeza: vai ter de esperar à porta, porque a Taberna da Rua das Flores não aceita reservas, por isso, o melhor é ir cedo para tentar arranjar mesa.
Taberna da Rua das Flores
Ramiro
É praticamente uma instituição em Lisboa. Onde se come o melhor marisco na capital portuguesa? A resposta é unânime. No Ramiro, pois claro! A cervejaria Ramiro nasceu em abril de 1956, quando o pai do Senhor Ramiro abriu uma pequena “casa de pasto”. Com o tempo, foi introduzindo o marisco. Hoje é a cervejaria/marisqueira por excelência. É uma referência a nível nacional, onde tudo é bom e rápido: tanto o serviço como a forma como a comida desaparece do seu prato. Quando ainda está a pensar em pedir mais uma imperial, já está o empregado a trazer-lhe outra. O ritmo é alucinante e não pode deixar de experimentar o presunto Pata Negra, os percebes, as gambas al ajillo, as canilhas, as amêijoas, as gambas com sal, os carabineiros com arroz de alho e, “para acamar”, o magnífico prego do lombo.
O ambiente é ótimo mas a comida é de outro mundo. A originalidade da cozinha de Hugo Candeias destaca-se não só na apresentação mas sobretudo na combinação de sabores. Todos os pratos são típicos de uma tradicional tasca portuguesa mas são servidos como nunca os comeu antes. No Ofício não há espumas, reduções ou suspensões, há apenas as mais surpreendentes combinações que transformam um banal prato tradicional numa ode à criatividade culinária. Desde os originais torresmos crocantes ao tártaro de novilho com tutano, passando pela inacreditável raia e pelo irresistível arroz de forno, difícil vai ser escolher. Mas, por favor, não se atreva a sair do Ofício sem provar a indescritível tarte de queijo. E não caia no erro de comer só uma fatia, leve logo o bolo todo para casa. Depois, não diga que não avisei.
Ofício
Mini Bar
É sem dúvida o nosso restaurante preferido do chef José Avillez. Adoramos tudo aqui: a criatividade dos pratos, a combinação original dos sabores, o conceito de partilha em vários atos e o ótimo ambiente. Depois de se ter mudado da rua António Maria Cardoso para o Bairro do Avillez, para ocupar o espaço do antigo Beco Cabaret Gourmet, o Mini Bar mudou de cara mas não perdeu o encanto. Antes pelo contrário, o espaço tem tudo a ver com o menu “onde nem tudo o que parece é”, como os extraordinários cornetos de tártaro de atum ou de novilho, a surpreendente pérola gigante de foie gras e as indispensáveis azeitonas El Bulli, versão XL-LX. É um restaurante que toda a gente deveria ir pelo menos uma vez na vida, além de que consegue deliciar-se com uma ementa digna de um restaurante Michelin sem os preços de um restaurante Michelin.
Mais do que um restaurante, o GoJuu é um clube de sushi e é provavelmente um dos melhores restaurantes japoneses de Lisboa. O peixe é inacreditavelmente fresco e o arroz do sushi é de uma leveza impressionante. Criado para homenagear o Mestre Takashi Yoshitake, que fundou os restaurantes Aya e foi dos primeiros chefs japoneses em Portugal, este espaço é uma ode à gastronomia tradicional japonesa. Aqui não encontra aquelas peças de fusão carregadas de queijo creme e foie gras. A ideia é respeitar a memória do Aya, preparando os seus pratos mais conhecidos, agora pela mão dos seus discípulos. A verdade é que o Mestre – que morreu em 2009, aos 56 anos – deve estar orgulhoso do seu legado.
GoJuu
Ruvida
É um dos melhores e mais genuínos restaurantes italianos em Lisboa. Com uma simpática e acolhedora esplanada, fica em Alcântara e tem uma cozinha e um serviço familiares, quase como se estivéssemos no terraço de uma Nonna italiana. Prove o tártaro de camarão com manga servido em cima de uma folha de tagliatelle com tinta de choco, dentro de uma concha de ostra, e qualquer uma das massas caseiras, tendidas e cortadas ali mesmo no balcão, à frente dos clientes. Os risottos também são óptimos e o tiramisù é uma verdadeira tentação do demo das dietas.
Se gosta de comida típica portuguesa, então este é o espaço ideal, onde encontra provavelmente a melhor empada de perdiz que já comemos na vida, tanto no formato individual servida como entrada, mas especialmente no formato familiar disponível por encomenda.
As favinhas de coentrada são outra perdição, mas a grande especialidade vai mesmo para a caça onde se destacam o sobrenatural arroz de perdiz e a surpreendente açorda de perdiz. Não saia sem antes provar as tradicionais encharcada e a sericaia alentejanas ou a fabulosa trouxa de ovos. Tudo isto servido pelo próprio Belmiro.
Belmiro
Mar do Inferno
É aqui que estão as nossas gambas preferidas. São gambas frescas, apanhadas no Algarve, e cozidas mesmo no ponto, até ficarem carnudas, suculentas e ainda molhadinhas por baixo da casca, cheias de molho a saber a mar dentro da cabeça. Servidas com flocos de sal por cima, são um petisco imperdível. Mas vale também a pena provar os gigantescos percebes das Berlengas ou as divinais bruxas de Cascais (o marisco preferido do antigo Rei de Espanha), tal como os outros mariscos servidos no Mar do Inferno. Tudo isto, em cima do mar, com uma esplanada coberta mesmo ao lado da Boca do Inferno, outro ponto que vale a pena visitar.
Se quiser uma boa alternativa de marisco ao Mar do Inferno, então experimente o Marisco na Praça, com preços mais razoáveis. Em Cascais, tem dois restaurantes: o original, que abriu mesmo dentro do Mercado da Vila, com vista para as bancas de peixe, e o segundo que existe na marina, onde encontra um espaço mais tranquilo e uma esplanada com vista para o mar. Em ambos os restaurantes, vai sentir-se como se estivesse num mercado: escolhe diretamente da banca do marisco à entrada e depois levam-lhe a comida e as bebidas à mesa. O marisco é fresco e variado. Não deixe de experimentar as deliciosas lapas da Madeira ou as cracas dos Açores, duas raridades que encontra frequentemente por aqui.
Marisco na Praça
Furnas do Guincho
Com uma das melhores localizações de Cascais, o Furnas do Guincho é um dos nossos restaurantes preferidos para comer peixe em cima do mar. Claro que não é barato, mas tem preços bastante mais razoáveis do que a maioria dos restaurantes da estrada do Guincho. Nós adoramos o peixe ao sal, o peixe grelhado, os filetes de pescada, a paella e a cataplana de polvo com batata doce. O serviço é eficiente e simpático. Quando for, peça para ficar numa das esplanadas, mesmo em cima do Atlântico. E guarde-se para a sobremesa, porque a mousse de avelã (um clássico em Cascais) é de chorar por mais.
Lambrettazzurra
Aqui tudo é maravilhoso: a frescura dos ingredientes, a qualidade das pizzas e, sobretudo, a simpatia do dono, o brasileiro Humberto que decidiu ir para Nápoles aprender a ser pizzaiolo. Quando nos sentamos à mesa deste restaurante no centro de Cascais somos recebidos como amigos e sentimo-nos imediatamente em casa. A paixão com que Humberto fala dos ingredientes que importa de Itália, dos produtos frescos que compra na praça e do seu amor pela gastronomia italiana é simplesmente contagiante. Nós ficámos rendidos à pizza La Pulcinella: feita com trufa branca, leva uma mistura de queijos irresistível – Taleggio e Pecorino Romano –, cogumelos porcini e tomate seco. No fim, por favor peça o tiramisù feito pela mulher do Humberto. É divinalmente leve e delicioso.
Aqui tudo é maravilhoso: a frescura dos ingredientes, a qualidade das pizzas e, sobretudo, a simpatia do dono, o brasileiro Humberto que decidiu ir para Nápoles aprender a ser pizzaiolo. Quando nos sentamos à mesa deste restaurante no centro de Cascais somos recebidos como amigos e sentimo-nos imediatamente em casa. A paixão com que Humberto fala dos ingredientes que importa de Itália, dos produtos frescos que compra na praça e do seu amor pela gastronomia italiana é simplesmente contagiante. Nós ficámos rendidos à pizza La Pulcinella: feita com trufa branca, leva uma mistura de queijos irresistível – Taleggio e Pecorino Romano –, cogumelos porcini e tomate seco. No fim, por favor peça o tiramisù feito pela mulher do Humberto. É divinalmente leve e delicioso.
Aqui tudo é maravilhoso: a frescura dos ingredientes, a qualidade das pizzas e, sobretudo, a simpatia do dono, o brasileiro Humberto que decidiu ir para Nápoles aprender a ser pizzaiolo. Quando nos sentamos à mesa deste restaurante no centro de Cascais somos recebidos como amigos e sentimo-nos imediatamente em casa. A paixão com que Humberto fala dos ingredientes que importa de Itália, dos produtos frescos que compra na praça e do seu amor pela gastronomia italiana é simplesmente contagiante. Nós ficámos rendidos à pizza La Pulcinella: feita com trufa branca, leva uma mistura de queijos irresistível – Taleggio e Pecorino Romano –, cogumelos porcini e tomate seco. No fim, por favor peça o tiramisù feito pela mulher do Humberto. É divinalmente leve e delicioso.
Tem um único balcão com 17 lugares, vários neons espalhados pela sala e uma casa-de-banho com as paredes cobertas de grafiti. O Izakaya não é bem um restaurante, é mais um bar com a música alta, empregados a dançar, clientes sentadas no parapeito da janela e onde se come ótima comida japonesa acompanhada de um bom cocktail. Também encontra alguns pratos de sushi, vindos do Kappo, o outro restaurante do chef. Mas o que vale mesmo a pena experimentar são os pratos típicos das Izakayas, as famosas tabernas japonesas. E aqui destacam-se o Kakuni (barriga de porco cozinhada durante oito horas) e o Yaki ika (uma divinal lula grelhada na robata por cima do melhor carvão do mundo e acompanhada de um molho de manteiga e miso).
Izakaya
Sal
Mudou-se de armas e bagagens da praia do Pego para a Praia do Carvalhal mas é o mesmo restaurante de sempre. O antigo espaço foi comprado pelo grupo JNcQUOI, por isso, o novo Sal instalou-se agora no ex-Dinis, ao lado do Sublime Beach Club. Com uma nova decoração, uma vista para o mar e um pôr do sol deslumbrante, a ementa sofreu ligeiras alterações, mantendo os clássicos: Camarão Tigre XXL com arroz de coentros, o peixe fresco grelhado, o filete de peixe-galo frito com arroz de berbigão, o spaghetti de carabineiros com lagosta para 2 pessoas, e os ótimos carabineiros com arroz de coentros. Não é propriamente barato, aliás, nunca foi, mas a verdade é que “Comporta” e “barato” são duas expressões que não se conjugam na mesma frase.
A Dona Bia, na Torre, não tem vista para o mar mas tem uma cozinheira de mão cheia. Este restaurante à beira da estrada é um clássico da Comporta onde tudo é bom, saboroso e muitíssimo bem feito. Com uma cozinha tradicional alentejana, tem especialidades que nos levam à loucura: além de carnes e peixes grelhados no carvão e dos óbvios mariscos, não conseguimos resistir à canja de cherne com espinafres e amêijoas, à sopa de cação, aos filetes de peixe galo com açorda de ovas, às gambas à Dona Bia, ao arroz de conquilhas, à massinha de camarão, enfim, a quase tudo.
Dona Bia
Sublime Comporta Beach Club
Situado no areal da praia do Carvalhal, tem uma vista de mar deslumbrante, uma decoração irrepreensível e uma varanda espetacular. Com um ambiente sofisticado e um serviço impecável, oferece uma carta variada com os clássicos da região: peixe fresco e bom marisco, mas também pode contar com tártaros, burrata, ceviches, tempuras, paellas e bons pratos de carne. É o restaurante de praia do ótimo hotel Sublime Comporta, um dos nossos preferidos na região, e não desilude: tem o mesmo charme, o mesmo bom gosto, boa comida e um ótimo ambiente.
Búzio
O Búzio é uma instituição na Praia das Maçãs desde 1959. Também aqui o marisco é o protagonista da ementa, mas, por amor de Deus, não deixe de pedir o ex-libris destes restaurante: os percebes, que costumam ser gigantes. Pode optar por magníficos percebes da costa ou por umas raridades da culinária portuguesa, os percebes das Berlengas. Só precisa de escolher bem, porque aqui o tamanho importa. No entanto, no Búzio os camarões estão nos antípodas do raquitismo. Grandes e saborosos, vêm fritos com enormes pedaços de alho e pequeninos bocados de pimentos picados. A acompanhar, trazem-lhe um delicioso e solto arroz de alho e salsa. É escusado dizer o que pode fazer se juntar este magnífico molho com o arroz, não é? Ah, não deixe de experimentar as divinais queijadinhas de amêndoa. Com finíssimas lascas de amêndoa por cima, são uma verdadeira perdição.
Com uma localização privilegiada em cima da praia da Adraga, este restaurante simples e sem qualquer pretensão foi fundado em 1905 e está na mesma família há três gerações. Nós somos fãs da simpatia e do profissionalismo de toda a família. O peixe é sempre fresco e muitíssimo bem cozinhado, os percebes são apanhados ali na praia e costumam ser uma maravilha, aliás, o marisco é sempre bom, e o serviço é rápido, eficiente e simpático. Não espere encontrar um restaurante com uma decoração sofisticada, porque não é o caso. Mas a ideia aqui é comer bem enquanto se delicia com a vista da praia da Adraga, uma das mais bonitas da região.
Com uma localização privilegiada em cima da praia da Adraga, este restaurante simples e sem qualquer pretensão foi fundado em 1905 e está na mesma família há três gerações. Nós somos fãs da simpatia e do profissionalismo de toda a família. O peixe é sempre fresco e muitíssimo bem cozinhado, os percebes são apanhados ali na praia e costumam ser uma maravilha, aliás, o marisco é sempre bom, e o serviço é rápido, eficiente e simpático. Não espere encontrar um restaurante com uma decoração sofisticada, porque não é o caso. Mas a ideia aqui é comer bem enquanto se delicia com a vista da praia da Adraga, uma das mais bonitas da região.
Com uma localização privilegiada em cima da praia da Adraga, este restaurante simples e sem qualquer pretensão foi fundado em 1905 e está na mesma família há três gerações. Nós somos fãs da simpatia e do profissionalismo de toda a família. O peixe é sempre fresco e muitíssimo bem cozinhado, os percebes são apanhados ali na praia e costumam ser uma maravilha, aliás, o marisco é sempre bom, e o serviço é rápido, eficiente e simpático. Não espere encontrar um restaurante com uma decoração sofisticada, porque não é o caso. Mas a ideia aqui é comer bem enquanto se delicia com a vista da praia da Adraga, uma das mais bonitas da região.
Adraga
9 SÍTIOS PARA TOMAR UM CAFÉ OU BRUNCH
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9 SÍTIOS PARA TOMAR UM CAFÉ OU BRUNCH
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LISBOA
Fauna e Flora
Abriu o primeiro espaço em Santos e hoje já existe no Chiado, nos Anjos e no Estoril. Além de ter um ambiente extraordinário e uma decoração original, a carta é saudável e variada. Tem um ótimo menu de brunch com sumos naturais, panquecas, granola e smoothie bowls, entre outras maravilhas, e ainda várias sanduíches servidas em bagels, saladas e pratos deliciosos como os surpreendentes ninhos de salmão, um dos nossos preferidos. Hoje em dia, também já tem um menu para a noite com uns surpreendentes cocktails para acompanhar.
Abriu o primeiro espaço em Santos e hoje já existe no Chiado, nos Anjos e no Estoril. Além de ter um ambiente extraordinário e uma decoração original, a carta é saudável e variada. Tem um ótimo menu de brunch com sumos naturais, panquecas, granola e smoothie bowls, entre outras maravilhas, e ainda várias sanduíches servidas em bagels, saladas e pratos deliciosos como os surpreendentes ninhos de salmão, um dos nossos preferidos. Hoje em dia, também já tem um menu para a noite com uns surpreendentes cocktails para acompanhar.
Abriu o primeiro espaço em Santos e hoje já existe no Chiado, nos Anjos e no Estoril. Além de ter um ambiente extraordinário e uma decoração original, a carta é saudável e variada. Tem um ótimo menu de brunch com sumos naturais, panquecas, granola e smoothie bowls, entre outras maravilhas, e ainda várias sanduíches servidas em bagels, saladas e pratos deliciosos como os surpreendentes ninhos de salmão, um dos nossos preferidos. Hoje em dia, também já tem um menu para a noite com uns surpreendentes cocktails para acompanhar.
A namorada do Nicolau abriu em 2018 em Campo de Ourique e tornou-se rapidamente umas das estrelas do bairro. A família tem crescido mas a qualidade continua a mesma. Além do Nicolau, que já chegou também ao Porto e a Cascais, o primo Basílio abriu na Rua dos Bacalhoeiros e a Olívia nas Avenidas Novas. Todos diferentes, cada um com o seu encanto, uma decoração própria e uma carta com ingredientes saudáveis e frescos que consegue ser variada e surpreendente: o brunch é o ex libris e inclui: sumo de laranja, iogurte com fruta e granola caseira ou panqueca clássica, ovos à escolha, café, americano ou chá, por €16. Mas pode contar também com bowls, pokes, saladas, hambúrgueres, panquecas, tapiocas, smoothies, enfim, o difícil é escolher.
Amélia
La boulangerie
Primeiro, o cheiro. Está a ver aquele fabuloso aroma do pão quente e estaladiço, acabado de sair do forno? Então, decore-o. Agora, está a ver aquele fenomenal aroma adocicado dos bolos quentes, acabados de cozer? Então, guarde-o ao lado do pão. Finalmente, está a ver (sim, tem de conseguir visualizar) o aroma da manteiga derretida por cima do pão quente? Ok, agora feche os olhos e junte todos estes cheiros no ar. Conseguiu? Então acabou de entrar na La Boulangerie, a mais irresistível fábrica de croissants de Lisboa. Com produção própria, aqui faz-se de tudo desde os extraordinários croissants franceses (não deixe de provar os inacreditáveis croissants de amêndoa), passando pelo pão de cereais e alfarroba ou os palmiers de canela, até à massa das pizzas, o La Boulangerie serve pequenos-almoços, brunch, almoços, lanches e jantares. Aqui tudo é fresco e bom.
Primeiro, o cheiro. Está a ver aquele fabuloso aroma do pão quente e estaladiço, acabado de sair do forno? Então, decore-o. Agora, está a ver aquele fenomenal aroma adocicado dos bolos quentes, acabados de cozer? Então, guarde-o ao lado do pão. Finalmente, está a ver (sim, tem de conseguir visualizar) o aroma da manteiga derretida por cima do pão quente? Ok, agora feche os olhos e junte todos estes cheiros no ar. Conseguiu? Então acabou de entrar na La Boulangerie, a mais irresistível fábrica de croissants de Lisboa. Com produção própria, aqui faz-se de tudo desde os extraordinários croissants franceses (não deixe de provar os inacreditáveis croissants de amêndoa), passando pelo pão de cereais e alfarroba ou os palmiers de canela, até à massa das pizzas, o La Boulangerie serve pequenos-almoços, brunch, almoços, lanches e jantares. Aqui tudo é fresco e bom.
Primeiro, o cheiro. Está a ver aquele fabuloso aroma do pão quente e estaladiço, acabado de sair do forno? Então, decore-o. Agora, está a ver aquele fenomenal aroma adocicado dos bolos quentes, acabados de cozer? Então, guarde-o ao lado do pão. Finalmente, está a ver (sim, tem de conseguir visualizar) o aroma da manteiga derretida por cima do pão quente? Ok, agora feche os olhos e junte todos estes cheiros no ar. Conseguiu? Então acabou de entrar na La Boulangerie, a mais irresistível fábrica de croissants de Lisboa. Com produção própria, aqui faz-se de tudo desde os extraordinários croissants franceses (não deixe de provar os inacreditáveis croissants de amêndoa), passando pelo pão de cereais e alfarroba ou os palmiers de canela, até à massa das pizzas, o La Boulangerie serve pequenos-almoços, brunch, almoços, lanches e jantares. Aqui tudo é fresco e bom.
Começou por ser uma padaria, hoje em dia já serve almoços. Mas aqui o pão ainda é o grande protagonista. Os fornos estão ligados durante todo o dia, porque as fornadas vão saindo sempre que necessário. Por isso, neste espaço em Alvalade o cheiro a pão acabado de fazer é uma constante. Produzidos de forma artesanal com farinhas de moleiro e quase todos com massa mãe, sem químicos, são, na nossa modesta opinião, os melhores pães de Lisboa. Mas há muito mais a sair daqueles fornos: uns deslumbrantes croissants com uma fina massa folhada, também feitos com massa mãe e uma deliciosa mistura de farinhas artesanais, uns palmiers caramelizados e crocantes, absolutamente viciantes, e ótimos petiscos caseiros que o Isco serve todos os dias ao almoço e de quinta a sábado ao jantar.
Isco
Dear Breakfast
Tal como o nome indica, a refeição por excelência aqui é o pequeno-almoço e, claro, o brunch, mas os ovos são sem dúvida os protagonistas. Há mil e uma opções de ovos, todos muitíssimo bem feitos: benedict, royal, mexidos, estrelados, omeletes, rotos, rancheiros, turcos, em sanduíche ou no croissant e ainda na famosa croque madame. A acompanhar os ovos tem ótimos sumos e smoothies, chás e cafés. Mas se não for fã de ovos, pode experimentar as bowls, as panquecas e as saladas. Hoje em dia já existem quatro espaços, todos com a mesma decoração clean e minimalista: o da Bica, no Chiado, em Santos e em Alfama. E estão abertos todos os dias entre as 9h e as 17h.
É a grande rival dos internacionalmente famosos pastéis de Belém, mas confessamos que nós preferimos os da Manteigaria. São simplesmente obrigatórios e inacreditavelmente deliciosos. Primeiro, porque são servidos ainda mornos e acabados de sair do forno. Depois, porque a massa é leve e estaladiça, dividindo-se em pequenas lascas a cada trincadela (mais leve do que a dos Pastéis de Belém). Finalmente, porque o recheio é cremoso, não muito doce e até ligeiramente mais líquido do que habitualmente, o que torna tudo mais suave e delicado. O primeiro espaço abriu no Chiado mas já há mais 5 espaços em Lisboa e 2 no Porto. No Chiado, a cozinha fica aberta para o corredor através de um enorme vidro, o que permite aos clientes verem os pastéis a serem preparados ali à frente. À porta, há um sino que dá para a rua e que é tocado de cada vez que sai uma nova fornada de pastéis de nata.
É a grande rival dos internacionalmente famosos pastéis de Belém, mas confessamos que nós preferimos os da Manteigaria. São simplesmente obrigatórios e inacreditavelmente deliciosos. Primeiro, porque são servidos ainda mornos e acabados de sair do forno. Depois, porque a massa é leve e estaladiça, dividindo-se em pequenas lascas a cada trincadela (mais leve do que a dos Pastéis de Belém). Finalmente, porque o recheio é cremoso, não muito doce e até ligeiramente mais líquido do que habitualmente, o que torna tudo mais suave e delicado. O primeiro espaço abriu no Chiado mas já há mais 5 espaços em Lisboa e 2 no Porto. No Chiado, a cozinha fica aberta para o corredor através de um enorme vidro, o que permite aos clientes verem os pastéis a serem preparados ali à frente. À porta, há um sino que dá para a rua e que é tocado de cada vez que sai uma nova fornada de pastéis de nata.
É a grande rival dos internacionalmente famosos pastéis de Belém, mas confessamos que nós preferimos os da Manteigaria. São simplesmente obrigatórios e inacreditavelmente deliciosos. Primeiro, porque são servidos ainda mornos e acabados de sair do forno. Depois, porque a massa é leve e estaladiça, dividindo-se em pequenas lascas a cada trincadela (mais leve do que a dos Pastéis de Belém). Finalmente, porque o recheio é cremoso, não muito doce e até ligeiramente mais líquido do que habitualmente, o que torna tudo mais suave e delicado. O primeiro espaço abriu no Chiado mas já há mais 5 espaços em Lisboa e 2 no Porto. No Chiado, a cozinha fica aberta para o corredor através de um enorme vidro, o que permite aos clientes verem os pastéis a serem preparados ali à frente. À porta, há um sino que dá para a rua e que é tocado de cada vez que sai uma nova fornada de pastéis de nata.
Manteigaria
Brunch na Varanda do Ritz
É um clássico entre os lisboetas e os hóspedes do hotel, claro. O brunch de fim de semana na Varanda do Ritz é um programa imperdível, porque é uma autêntica viagem gastronómica gourmet pelos quatro cantos do mundo. Todos os fins de semana, tem um destino diferente e pratos diferentes: desde a América Latina com tacos mexicanos, guacamole, ceviches e picanha na brasa, até ao Médio Oriente, onde se pode perder com o borrego marinado com ervas e arroz oriental, húmus, baklavas, ou tão longe como o Extremo Oriente para se deliciar com o tataki de lírio braseado, teriyaki, nasi goreng vegetariano, gyosas e dim sum. Os destinos vão variando, mas também há obviamente os inevitáveis sabores do Mediterrâneo com a salada de burrata fresca, entre outras delícias. E claro que os clássicos do brunch não podem faltar todos os fins-de-semana: panquecas, french toast, waffles, os famosos ovos Benedict do Ritz, bem como a estação sushi ao vivo. Já para não falar das mesas de sobremesas (ai, os mil folhas, os mini éclairs e os macarons!), chocolates e gelados. E o que seria do brunch sem champanhe? O brunch do Ritz está disponível todos os sábados e domingos entre as 12h30 e as 16h. O preço por adulto é de €80, as crianças entre os 6 e os 12 anos têm 50% de desconto, e as crianças até aos 6 anos não pagam.
É um clássico entre os lisboetas e os hóspedes do hotel, claro. O brunch de fim de semana na Varanda do Ritz é um programa imperdível, porque é uma autêntica viagem gastronómica gourmet pelos quatro cantos do mundo. Todos os fins de semana, tem um destino diferente e pratos diferentes: desde a América Latina com tacos mexicanos, guacamole, ceviches e picanha na brasa, até ao Médio Oriente, onde se pode perder com o borrego marinado com ervas e arroz oriental, húmus, baklavas, ou tão longe como o Extremo Oriente para se deliciar com o tataki de lírio braseado, teriyaki, nasi goreng vegetariano, gyosas e dim sum. Os destinos vão variando, mas também há obviamente os inevitáveis sabores do Mediterrâneo com a salada de burrata fresca, entre outras delícias. E claro que os clássicos do brunch não podem faltar todos os fins-de-semana: panquecas, french toast, waffles, os famosos ovos Benedict do Ritz, bem como a estação sushi ao vivo. Já para não falar das mesas de sobremesas (ai, os mil folhas, os mini éclairs e os macarons!), chocolates e gelados. E o que seria do brunch sem champanhe? O brunch do Ritz está disponível todos os sábados e domingos entre as 12h30 e as 16h. O preço por adulto é de €80, as crianças entre os 6 e os 12 anos têm 50% de desconto, e as crianças até aos 6 anos não pagam.
Brunches bons há muitos em Portugal. Brunches em sítios espetaculares, no meio de um cenário de sonho, há muito poucos. E o Sheraton Cascais é um deles. Aqui (onde paga €59 por adulto) tem uma sala toda em vidro com vista para um pinhal relvado. Mas isto é o menos. Quando está bom tempo, as janelas da sala abrem-se totalmente – e aquilo que era uma sala envidraçada passa a ser uma sala totalmente aberta. Depois há uma esplanada confortável, em cima de um deck de madeira, e aquela que é a melhor zona do brunch: as mesas espalhadas por cima da relva e à sombra dos pinheiros. É quase como se estivesse a fazer um piquenique de luxo no meio de um pinhal, só com um buffet infindável: desde os clássicos do brunch, a mil e uma saladas, a street food, a pratos quentes e a uma mesa de sobremesas com direito a fonte de chocolate. É pena só estar disponível ao domingo, porque devia ser todos os dias.
Brunch Sheraton Cascais
Landeau
Não queremos ofender ninguém, mas este é sem dúvida o melhor bolo de chocolate não do mundo, mas do universo. E porquê? Porque o Landeau parece ter saído do forno com as quantidades perfeitas de sal e açúcar, de cacau e de leite, de calor e de humidade. O bolo é fininho, macio e muito pouco doce. E está dividido em três camadas: uma de bolo por baixo, uma de mousse no meio e uma última de chocolate em pó por cima. E tudo isto com texturas suaves que se complementam: o bolo é leve e macio, a mousse é cremosa mas consistente e o chocolate em pó é aveludado e solto. Mas o grande segredo, a incomparável perfeição, está no sabor. Bolos de chocolate com texturas acertadas há alguns, mas bolos de chocolate que somos capazes de comer às paletes durante 352 dias por ano há muito poucos. Ou quase nenhum. Invariavelmente tornam-se enjoativos e doces demais. E é aí que o bolo da Landeau faz toda a diferença. Na verdade, parece que quase não leva açúcar e o que surpreende é a combinação do chocolate com um subtilíssimo toque salgado. Infelizmente, a receita é secreta e só se sabe que são usados três tipos de chocolate diferentes na sua confeção. O resultado é irreproduzível. A Landeau tem lojas no Chiado, no Lx Factory, no El Corte Inglès e em Campo de Ourique, onde pode acompanhar a(s) sua(s) fatia(s) de bolo com café, chá, sumos, chocolate quente ou até um cálice de vinho do Porto.
5 BARES & ROOFTOPS
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LISBOA
Miradouro São Pedro Alcântara
É, sem dúvida, o sítio com uma das melhores vistas de Lisboa. Este quiosque-esplanada está aberto durante todo o ano e costuma organizar eventos como atuações de DJs, concertos, entre outras iniciativas. A ideia aqui não é comer, mas sim beber um copo enquanto aprecia a espetacular vista para as colinas da capital, sobretudo o Castelo de São Jorge, a Sé Catedral de Lisboa, o Martim Moniz, a Baixa, Alfama, a Mouraria e o Tejo como pano de fundo. Vale a pena ir a pé do Chiado ao Príncipe Real e parar aqui para descansar, tirar umas fotografias e beber um cervejinha gelada. E não deixe de ir durante o pôr-do-sol quando as luzes de Lisboa se acendem e a cidade se transforma.
É, sem dúvida, o sítio com uma das melhores vistas de Lisboa. Este quiosque-esplanada está aberto durante todo o ano e costuma organizar eventos como atuações de DJs, concertos, entre outras iniciativas. A ideia aqui não é comer, mas sim beber um copo enquanto aprecia a espetacular vista para as colinas da capital, sobretudo o Castelo de São Jorge, a Sé Catedral de Lisboa, o Martim Moniz, a Baixa, Alfama, a Mouraria e o Tejo como pano de fundo. Vale a pena ir a pé do Chiado ao Príncipe Real e parar aqui para descansar, tirar umas fotografias e beber um cervejinha gelada. E não deixe de ir durante o pôr-do-sol quando as luzes de Lisboa se acendem e a cidade se transforma.
É, sem dúvida, o sítio com uma das melhores vistas de Lisboa. Este quiosque-esplanada está aberto durante todo o ano e costuma organizar eventos como atuações de DJs, concertos, entre outras iniciativas. A ideia aqui não é comer, mas sim beber um copo enquanto aprecia a espetacular vista para as colinas da capital, sobretudo o Castelo de São Jorge, a Sé Catedral de Lisboa, o Martim Moniz, a Baixa, Alfama, a Mouraria e o Tejo como pano de fundo. Vale a pena ir a pé do Chiado ao Príncipe Real e parar aqui para descansar, tirar umas fotografias e beber um cervejinha gelada. E não deixe de ir durante o pôr-do-sol quando as luzes de Lisboa se acendem e a cidade se transforma.
Aqui tudo é bom: a vista, os petiscos originais, os cocktails e o ambiente. Com menos turistas do que o Miradouro de São Pedro de Alcântara, é ideal para ir beber um copo com amigos ao fim da tarde ou até mesmo para jantar. Tem uma ementa variada que inclui desde hambúrgueres, a pratos para partilhar como nachos com guacamole, edamame, spring rolls, húmus, chamuças, tacos, entre outras especialidades. Mas a principal atração, além da espetacular vista para a Graça, o Castelo e a Mouraria, são os inovadores e originais cocktails de autor.
Topo Martim Moniz
Red Frog
Localizado no número 66 da Praça da Alegria, em Lisboa, conquistou, pela primeira vez, um lugar na prestigiada lista “The World’s 50 Best Bars”, tornando-se o primeiro bar português a ser distinguido entre os 50 melhores bares do mundo, alcançando a 40ª posição.Fundado em 2015, na Rua do Salitre, em Lisboa, por Emanuel Minez e Paulo Gomes, o Red Frog é inspirado nos bares clandestinos que surgiram nos Estados Unidos nos anos 1920, durante a Lei Seca. Depois de se mudar para a Praça da Alegria e de colecionar prémios, está mais exclusivo do que nunca.
Situado no último andar de um parque de estacionamento, na calçada do Combro, perto do Bairro Alto, não é muito fácil de encontrar. Mas vale a pena o esforço: tem uma ótima vista e uma ambiente trendy e urbano. Com uma decoração que mistura plantas e cadeiras, bancos e mesas de madeira, parece que estamos num jardim. Não deixe de provar os deliciosos cocktails, bem como as sangrias, cervejas e vinho. E, claro, também pode comer qualquer coisa, como hambúrgueres, por exemplo, mas a melhor hora para passar pelo Park é ao fim da tarde, para aproveitar o pôr do sol. Também pode ir depois do jantar, a essa hora costumam atuar diferentes DJs. Um aviso à navegação: o Park não aceita reservas, por isso, tente ir cedo para arranjar a melhor mesa para ver o pôr do sol.
Park Rooftop
Rooftop Mamma Shelter
A cadeia Mamma Shelter abriu o seu primeiro hotel no ano passado em Lisboa e o rooftop já é considerado um dos mais trendy da capital. Com uma decoração original que mistura a cultura pop, um estilo boémio e alguns traços da história de Portugal, é um spot animado onde pode petiscar finger food, beber uns cocktails, ao som de um Dj, e com uma ótima vista sobre Lisboa e o Tejo. Os cocktails fazem uma homenagem às ruas e aos bairros de Lisboa, e a ementa tem desde pizzas e saladas ao almoço, a pratos mais sofisticados ao jantar.
PASSEIOS PARA CONHECER A CIDADE
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LX FACTORY
Quando entrar pelo portão principal, vire à sua esquerda. Na parede do hostel, vai encontrar a Abelha, uma das espetaculares esculturas de Bordalo II, o artista que transforma o lixo que encontra na rua em incríveis esculturas de animais. Depois, vagueie sem pressa pelas ruas daquela que foi em tempos uma unidade fabril e hoje é uma fábrica de experiências, com vários restaurantes, lojas e ateliers por explorar. Nós somos fãs da livraria Ler Devagar, onde nos costumamos perder horas a fio. Depois tem desde lojas vintage a de design, a cerâmicas, roupas, óculos, vinhos e concept stores. Ah, e não se esqueça de passar pela Landeau. Não pode sair do LX Factory sem provar uma fatia do melhor bolo de chocolate do universo.
LX FACTORY
Quando entrar pelo portão principal, vire à sua esquerda. Na parede do hostel, vai encontrar a Abelha, uma das espetaculares esculturas de Bordalo II, o artista que transforma o lixo que encontra na rua em incríveis esculturas de animais. Depois, vagueie sem pressa pelas ruas daquela que foi em tempos uma unidade fabril e hoje é uma fábrica de experiências, com vários restaurantes, lojas e ateliers por explorar. Nós somos fãs da livraria Ler Devagar, onde nos costumamos perder horas a fio. Depois tem desde lojas vintage a de design, a cerâmicas, roupas, óculos, vinhos e concept stores. Ah, e não se esqueça de passar pela Landeau. Não pode sair do LX Factory sem provar uma fatia do melhor bolo de chocolate do universo.
LX FACTORY
Quando entrar pelo portão principal, vire à sua esquerda. Na parede do hostel, vai encontrar a Abelha, uma das espetaculares esculturas de Bordalo II, o artista que transforma o lixo que encontra na rua em incríveis esculturas de animais. Depois, vagueie sem pressa pelas ruas daquela que foi em tempos uma unidade fabril e hoje é uma fábrica de experiências, com vários restaurantes, lojas e ateliers por explorar. Nós somos fãs da livraria Ler Devagar, onde nos costumamos perder horas a fio. Depois tem desde lojas vintage a de design, a cerâmicas, roupas, óculos, vinhos e concept stores. Ah, e não se esqueça de passar pela Landeau. Não pode sair do LX Factory sem provar uma fatia do melhor bolo de chocolate do universo.
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MAAT E MUSEU DOS COCHES
Mesmo ali à beira rio, tem dois dos melhores museus de Lisboa. O MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, além de ser ele próprio uma incrível obra de arquitetura, costuma ter exposições interessantes, com temas atuais, desde ao urbanismo ao design e à arte contemporânea. O museu tem uma agenda variada e dinâmica, por isso as exposições estão sempre a mudar. O ideal é espreitar o site oficial. Não deixe de passear pelo topo do museu cuja vista para o rio Tejo é deslumbrante. Também pode passar pelo Maat Café & Kitchen que abriu em 2020 para almoçar ou jantar, ou ainda comer umas tapas e beber uns cocktails ao fim do dia. Ao fim de semana, também tem brunch. A seguir, vá a pé até ao Museu Nacional dos Coches, em Belém, que tem uma coleção impressionante com cerca de 70 coches históricos. São veículos de gala e de passeio dos séculos XVI a XIX, sendo que a maioria pertencia à Casal Real, os restantes vinham dos bens da Igreja e de coleções particulares.
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PRÍNCIPE REAL
É um dos nossos bairros preferidos, não só pelo ambiente, mas sobretudo pelas lojas e pelos restaurantes. Sempre que podemos almoçamos por ali, na Cevicheria, na ZeroZero, ou na Embaixada, onde se pode perder nas várias lojas pop up. Depois tem a Livraria Travessa, uma das melhores da cidade, e a Loja Real, uma concept store com presentes muito giros para oferecer. É também no Príncipe Real que estão as nossas duas lojas preferidas de roupa: AliJo para Ela, e a Isto para Ele. Outro programa que não dispensamos ao sábado é uma ida à Feira Biológica no jardim do Príncipe Real. Já agora passe pelo Jardim Botânico e pelo Museu de História Natural e de Ciência, mesmo ali do outro lado da rua.
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CHIADO
O Chiado é lindo, não há dúvidas, e não é à toa que costuma constar no topo das listas internacionais de sítios a visitar em Lisboa. Quando passeamos naquela zona, há duas lojas que não dispensamos: a concept store Feeting Room com diversas marcas independentes de design, muitas delas portuguesas, e a original Cerâmicas na Linha, onde compramos a maioria das nossas louças para os vídeos das nossas receitas. Vale a pena espreitar o Museu Nacional de Arte Contemporânea e depois ir beber um copo ao terraço do Bairro Alto Hotel. Jante cedo na Taberna da Rua das Flores e não perca uma sessão do Cinema ao Ar Livre nos incríveis Terraços do Carmo. Espreite a programação no site oficial do Cine Society. Se quiser ter uma noite diferente, faça como nós: seja turista na sua própria cidade e passe uma noite no coração da capital no ótimo Hotel Le Consulat, em plena Praça Luís de Camões, ou se preferir uma opção mais intimista, suba até à rua da Emenda e marque uma noite na Casa do Barão, um oásis de luxo no centro de Lisboa.
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INTENDENTE E OS MIRADOUROS SENHORA DO MONTE E DA GRAÇA
Há anos que o Largo do Intendente ganhou nova vida e a Vida Portuguesa foi uma das principais impulsionadoras. Vale muito a pena passar por lá e regressar ao passado com a quantidade de objetos e artigos antigos e novos que contam um bocadinho a nossa história. Também no mesmo largo, tem a Casa Independente, um prédio muito cool com várias salas com ambientes diferentes, onde pode beber um copo ou dançar. Também organizam concertos, exposições, recitais, enfim, se for fã de arte e cultura que não sejam mainstream, vai adorar este espaço. Almoce no Ramiro (óbvio!) e depois vá a pé até ao Miradouro Senhora do Monte. A ala feminina dos nossos Filhos Mistério adora ir espreitar a Humana, mesmo ali ao lado, uma loja vintage em segunda mão onde se perdem durante horas. A seguir, ainda dá tempo para espreitar o Miradouro da Graça, antes de ir jantar à Taberna do Calhau.
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CASTELO DE SÃO JORGE E PANTEÃO NACIONAL
Lisboeta que é lisboeta tem de ir ao Castelo de São Jorge pelo menos uma vez na vida. Além de a vista ser imperdível, é um dos principais cartões postais da capital. A seguir, perca-se pelas ruas típicas de Alfama e não deixe de subir ao Miradouro de Santa Luzia, que tem uma das vistas mais bonitas de Lisboa. Mesmo ali ao lado, petisque qualquer coisa e beba um copo de vinho no terraço do hotel Memmo Alfama, só para ganhar forças para ir visitar o Panteão Nacional, onde se encontram sepultadas algumas das mais importantes personalidades da história e da cultura portuguesa. E não se esqueça: mesmo ali ao lado, tem à terças e sábados, a Feira da Ladra, onde pode encontrar de tudo um pouco, desde antiguidades a velharias e artigos em segunda mão. Depois de um dia a passear, reserve uma noite no Santa Clara 1728, do grupo Silent Living, que tem apenas 6 quartos e é um dos hotéis mais discretos e mais cool de Lisboa.
CASTELO DE SÃO JORGE E PANTEÃO NACIONAL
Lisboeta que é lisboeta tem de ir ao Castelo de São Jorge pelo menos uma vez na vida. Além de a vista ser imperdível, é um dos principais cartões postais da capital. A seguir, perca-se pelas ruas típicas de Alfama e não deixe de subir ao Miradouro de Santa Luzia, que tem uma das vistas mais bonitas de Lisboa. Mesmo ali ao lado, petisque qualquer coisa e beba um copo de vinho no terraço do hotel Memmo Alfama, só para ganhar forças para ir visitar o Panteão Nacional, onde se encontram sepultadas algumas das mais importantes personalidades da história e da cultura portuguesa. E não se esqueça: mesmo ali ao lado, tem à terças e sábados, a Feira da Ladra, onde pode encontrar de tudo um pouco, desde antiguidades a velharias e artigos em segunda mão. Depois de um dia a passear, reserve uma noite no Santa Clara 1728, do grupo Silent Living, que tem apenas 6 quartos e é um dos hotéis mais discretos e mais cool de Lisboa.
CASTELO DE SÃO JORGE E PANTEÃO NACIONAL
Lisboeta que é lisboeta tem de ir ao Castelo de São Jorge pelo menos uma vez na vida. Além de a vista ser imperdível, é um dos principais cartões postais da capital. A seguir, perca-se pelas ruas típicas de Alfama e não deixe de subir ao Miradouro de Santa Luzia, que tem uma das vistas mais bonitas de Lisboa. Mesmo ali ao lado, petisque qualquer coisa e beba um copo de vinho no terraço do hotel Memmo Alfama, só para ganhar forças para ir visitar o Panteão Nacional, onde se encontram sepultadas algumas das mais importantes personalidades da história e da cultura portuguesa. E não se esqueça: mesmo ali ao lado, tem à terças e sábados, a Feira da Ladra, onde pode encontrar de tudo um pouco, desde antiguidades a velharias e artigos em segunda mão. Depois de um dia a passear, reserve uma noite no Santa Clara 1728, do grupo Silent Living, que tem apenas 6 quartos e é um dos hotéis mais discretos e mais cool de Lisboa.
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SANTOS
É desde 2005 o bairro que reúne mais lojas de decoração e design da cidade, e há já quem lhe chame pelo chiquérrimo nome de Design District. Encontra aqui a Paris:Sete, a Gandia Blasco, a Domo, entre outras. Mas, por amor de Deus, não deixe de experimentar um dos melhores gelados artesanais de Lisboa na gelataria Davvero, antes de seguir a pé pela rua das Janelas Verdes para almoçar no La Boulangerie. Depois do almoço, visite o Museu Nacional de Arte Antiga, que fica a 3 minutos a pé e onde estão em permanência os famosos painéis de São Vicente. Depois de visitar o museu, vá beber um copo à esplanada do novíssimo Catch Me (antigo Le Chat) do outro lado do jardim, com uma ótima vista para o Tejo.
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CCB E BELÉM
Comece o dia no Restelo a tomar o pequeno-almoço na pastelaria O Careca para se deliciar com os melhores palmiers e croissants do mundo. A seguir, desça até à zona ribeirinha que é linda para passear, fazer exercício ou simplesmente admirar edifícios imponentes como o Mosteiro dos Jerónimos e o Palácio de Belém. Não deixe de visitar o Centro Cultural de Belém. Nós adoramos trabalhar aqui, onde os bares e as esplanadas são super simpáticas e tranquilas. Além disso, as exposições e os espetáculos costumam ser ótimos. Espreite a programação no site, porque está sempre a mudar. A seguir, passe pelos Jerónimos e vá até ao Jardim Botânico Tropical, que também vale uma visita. Almoce no Frade que tem ótimos petiscos portugueses com um toque gourmet, para depois ter forças para subir até ao Palácio Nacional da Ajuda, para uma tarde de história e de cultura.
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MUSEU CALOUSTE GULBENKIAN
Inaugurado em 1969, é considerado um dos melhores museus de Portugal. O Museu Calouste Gulbenkian acolhe uma das mais importantes coleções privadas de arte do mundo, incluindo obras do Antigo Egito, das artes do Mundo Islâmico, da China e Japão, bem como as artes decorativas francesas, joias de René Lalique e quadros de mestres como Rembrandt, Rubens, Monet, Renoir, Manet, Edgar Degas e Turner. É basicamente uma viagem de 5 mil anos pela arte e cultura desde o Antigo Egito até ao século XX.
Calouste Gulbenkian, um empresário de origem arménia radicado em Portugal, rodeou-se dos mais prestigiados especialistas para escolher as obras da sua coleção privativa. O sentido estético e a qualidade artística são de facto inegáveis. Não deixe de visitar este museu e passear pelos jardins, considerados pelos lisboetas um oásis no centro da capital.
PASSEIOS PARA CONHECER A CIDADE
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ROTEIRO BORDALO II
Nós somos absolutamente fãs de Bordalo II, o artista/ativista cuja premissa é “o lixo de um homem é o tesouro de outro” e que constrói esculturas espetaculares de animais nas fachadas dos prédios e no meio da rua a partir dos desperdícios de uma sociedade cada vez mais consumista. Além da incrível mensagem de sustentabilidade, Bordalo II recria nos seus trabalhos os mais diversos animais, as principais vítimas da ação do Homem sobre a Natureza. São os “Big Trash Animals” e encontra vários espalhados pela cidade de Lisboa. Sendo Urban Art, uns vão-se perdendo ou vão sendo destruídos com o passar do tempo, mas vale a pena ir ao Google Maps, pesquisar pelo nome do artista e passear a pé pela cidade à procura dos trabalhos dele que são de facto impressionantes. É uma exposição a céu aberto e sem ter de pagar bilhete.
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
COMPORTA
É hippie chic, é boho chic, é deslumbrante.
É hippie chic, é boho chic,
é deslumbrante.
É hippie chic, é boho chic, é estupidamente cara, mas é de facto deslumbrante. Tudo na Comporta é bom e caro. Tem bons restaurantes, ótimas praias e excelentes hotéis. Vale a pena vestir o seu melhor fato de banho e conhecer esta antiga aldeia de pescadores. Depois de ir dar um mergulho à praia (não vá à da Comporta, se for fim de semana, opte pela do Carvalhal ou do Pego), deixe-se encantar pelas lojas do centro.
Eu adoro a concept store Lavanda e a Rice, da designer de interiores Marta Mantero. E já agora aproveite para dormir lá. Nós sugerimos três opções: o Sublime Comporta, na Muda, onde o luxo e o rústico combinam na perfeição nos quartos, nas suites, nas villas e nas cabanas. Se puder, peça para ficar numa das bio pool suites, são lindas.
As Casas na Areia também são uma ótima opção, sobretudo se estiver com um grupo de amigos ou tiver uma família numerosa. Situadas na Carrasqueira, perto do incrível Cais Palafítico (que vale muito a pena visitar), estas casas são lindas, com uma arquitetura contemporânea e minimalista e ideais para quem não gosta de usar sapatos, já que o chão dos espaços comuns é literalmente de areia, numa homenagem aos antigos pescadores que viveram ali. E finalmente, se tiver tempo, desça até Melides e passe uma noite no novíssimo Vermelho, o espetacular hotel do famoso designer Christian Louboutin.
É hippie chic, é boho chic, é estupidamente cara, mas é de facto deslumbrante. Tudo na Comporta é bom e caro. Tem bons restaurantes, ótimas praias e excelentes hotéis. Vale a pena vestir o seu melhor fato de banho e conhecer esta antiga aldeia de pescadores. Depois de ir dar um mergulho à praia (não vá à da Comporta, se for fim de semana, opte pela do Carvalhal ou do Pego), deixe-se encantar pelas lojas do centro.
Eu adoro a concept store Lavanda e a Rice, da designer de interiores Marta Mantero. E já agora aproveite para dormir lá. Nós sugerimos três opções: o Sublime Comporta, na Muda, onde o luxo e o rústico combinam na perfeição nos quartos, nas suites, nas villas e nas cabanas. Se puder, peça para ficar numa das bio pool suites, são lindas.
As Casas na Areia também são uma ótima opção, sobretudo se estiver com um grupo de amigos ou tiver uma família numerosa. Situadas na Carrasqueira, perto do incrível Cais Palafítico (que vale muito a pena visitar), estas casas são lindas, com uma arquitetura contemporânea e minimalista e ideais para quem não gosta de usar sapatos, já que o chão dos espaços comuns é literalmente de areia, numa homenagem aos antigos pescadores que viveram ali. E finalmente, se tiver tempo, desça até Melides e passe uma noite no novíssimo Vermelho, o espetacular hotel do famoso designer Christian Louboutin.
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
CASCAIS
É como estar de férias, mesmo ao lado de Lisboa.
Comece com um passeio logo de manhã cedo pelo paredão e vá até à Baía de Cascais, mas antes pare para comprar um cremoso gelado Santini. Mesmo ao lado, tem uma das mais famosas e tradicionais livrarias de Cascais, a Galileu – além de ser a livraria preferida do Presidente da República, tem uma coleção invejável de livros em segunda mão. Siga até à Casa Pau Brasil, uma loja multimarcas brasileira onde pode encontrar Osklen, Granado e Lenny Niemeyer, entre outras. Depois suba até à Zoe, uma concept store com roupa de senhora bem gira, e espreite a nova coleção. Contorne a baía até à Cidadela, para espreitar as galerias de arte e as duas livrarias obrigatórias em Cascais, que por acaso pertencem à mesma pessoa: a Dejá Lu, que vende livros em segunda mão, ou melhor, “livros já lidos” praticamente novos, e as receitas revertem, na sua totalidade, a favor de projetos de promoção da profissionalização de jovens com Trissomia 21, e a Indie – not a Bookshop, uma livraria que é muito mais do que uma simples livraria, é um sítio onde se respira a paixão pela leitura e não só. À tarde, dê um salto até à praia do Guincho, com sorte apanha um dia sem vento e, nesses dias únicos, é só a melhor praia do mundo! Com tanto para fazer e restaurantes para experimentar, deixamos-lhe duas sugestões para dormir: o Estoril Vintage Hotel, um hotel de charme num palacete cheio de história, com uma vista de sonho para o mar, ou o Dream Guincho, onde se respira o ar puro da serra e do mar e arte e literatura em cada canto. A começar pelos quartos: cada um com o nome de um clássico como A Divina Comédia, Dom Quixote ou o Grande Gatsby. Também nas salas comuns encontra referências literárias e, sobretudo, livros. Muitos livros.
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
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ARRÁBIDA
Passeio imperdível, numa das mais bonitas estradas do país.
É um passeio imperdível porque vai percorrer uma das mais bonitas estradas do país: a N379-1, a estrada fatal onde James Bond ficou viúvo na ficção. Não deixe de parar para apreciar a beleza do Palácio da Comenda. Construído numa das encostas sobre o rio Sado, o palácio com 5 andares e 26 quartos foi desenhado pelo famoso arquiteto Raul Lino em 1903, para servir de casa de férias do conde D’Armand, um ministro francês. Com uma praia privada e varandas e terraços com uma vista deslumbrante para o rio, o mar e a serra, foi o refúgio de Jacqueline Kennedy, logo após o assassinato do marido em 1963. Continue pela N379-1, com o mar e a península de Tróia à sua esquerda, até que vai chegar à Praia da Figueirinha. Se lhe apetecer, beba aqui um café, se não siga pela mesma estrada, sempre a subir até que vai ver praticamente à sua frente o Convento da Nossa Senhora da Arrábida, construído na encosta sul da Serra da Arrábida. Pertenceu à Ordem Franciscana e atualmente é da Fundação Oriente. Se quiser, pode visitar os interiores mediante marcação prévia. Finalmente, continue pela mesma estrada, ao fim de cerca de um quilómetro e meio, encontra o deslumbrante Miradouro do Portinho da Arrábida. A vista é deslumbrante. Termine o passeio em beleza com um almoço norestaurante Farol, no Portinho da Arrábida, onde se pode deliciar com bom peixe e marisco literalmente em cima do mar. No regresso dê um mergulho numa das praias da região. Tem logo a seguir a Praia do Creiro, Galápagos e Galapinhos, mas a nossa preferida é a Praia dos Coelhos.
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
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SINTRA
Um dos nossos destinos mais românticos.
Um dos nossos destinos mais românticos.
É, sem dúvida, um dos nossos destinos mais românticos que já inspirou inúmeros escritores e poetas. Localizada no topo da serra, até o tempo húmido lhe dá uma certa aura de mistério. Tudo aqui é pitoresco e delicioso. Vale a pena perder-se nos inúmeros palácios, castelos e casarões, nas ruas e vielas, nos jardins com uma vegetação exuberante, passear de charrete, visitar os museus, ou simplesmente… namorar. Está no sítio certo. Se chegar de manhã, tome o pequeno-almoço ou o brunch no Café Saudade. Parece saído de um livro do Eça, e os scones gigantes são de chorar por mais. A vila é encantadora e todos os recantos são pretexto para parar e fotografar: as casas senhoriais, a hera dos edifícios, as praças, as ruas, as fontes, os becos, e os palácios, claro. Se os quiser visitar, vai ter de passar mais do que um dia aqui. Não deixe de ir ao incrível Palácio da Pena, ao Castelo dos Mouros e ao Palácio da Vila. A enigmática Quinta da Regaleira é obrigatória juntamente com os seus jardins, lagos, grutas e construções misteriosas, e o Parque de Monserrate é um passeio imperdível. Tudo isto é fundamental, mas não se faz de estômago vazio, como é óbvio. E o que é que não pode perder em Sintra? Os travesseiros da Piriquita e as queijadas da Casa do Preto. Não há volta a dar. Tem de experimentar mesmo. Faz dois lanches, mas tem de ser. E para aproveitar bem o tempo, reserve uma noite no nosso hotel preferido de Sintra, o super romântico Tivoli Hotel de Seteais.
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
DO GUINCHO À PRAIA GRANDE PELA ESTRADA DA MALVEIRA
DO GUINCHO À PRAIA GRANDE PELA ESTRADA DA MALVEIRA
DO GUINCHO À PRAIA GRANDE PELA ESTRADA DA MALVEIRA
DO GUINCHO À PRAIA GRANDE PELA ESTRADA DA MALVEIRA
Aqui vai ficar de boca aberta com a vista.
A Estrada da Malveira é uma das mais bonitas do país, talvez equiparada à da Arrábida, que também é linda de morrer. Pare para beber um chá ou um café no Moinho Dom Quixote, na Azóia. Pode também comer alguma coisa, mas aqui vai é ficar de boca aberta com a vista, que é de sonho. Depois de passar o Pé da Serra, vire à esquerda para Almoçageme. Também aqui tem uma loja espetacular de artigos de decoração. Além de showroom, é também um atelier de arquitetura e de design de interiores. Chama-se Coisas da Terra e é uma verdadeira tentação para a sua carteira, mas vale mesmo uma visita. E, por esta altura, já deve ser hora de almoço, não? Não perca os percebes e o peixe fresco do Restaurante da Adraga, mesmo em cima da praia.
Antes de chegar a Colares, passe pelo Mercadinho de Almoçageme (só aos fins-de-semana) e abasteça-se de legumes e fruta fresca para o resto da semana. As bancas são quase todas de produtores locais e a qualidade dos produtos é muito acima da média, tal como, eventualmente alguns preços… Se quiser ficar pela costa, vá até à Praia Grande (mas leve um casaquinho porque é aqui onde o inverno passa o verão), beba um copo ou petisque alguma coisa no Bar do Fundo, onde o pôr-do-sol é simplesmente deslumbrante.
A Estrada da Malveira é uma das mais bonitas do país, talvez equiparada à da Arrábida, que também é linda de morrer. Pare para beber um chá ou um café no Moinho Dom Quixote, na Azóia. Pode também comer alguma coisa, mas aqui vai é ficar de boca aberta com a vista, que é de sonho. Depois de passar o Pé da Serra, vire à esquerda para Almoçageme. Também aqui tem uma loja espetacular de artigos de decoração. Além de showroom, é também um atelier de arquitetura e de design de interiores. Chama-se Coisas da Terra e é uma verdadeira tentação para a sua carteira, mas vale mesmo uma visita. E, por esta altura, já deve ser hora de almoço, não? Não perca os percebes e o peixe fresco do Restaurante da Adraga, mesmo em cima da praia.
Antes de chegar a Colares, passe pelo Mercadinho de Almoçageme (só aos fins-de-semana) e abasteça-se de legumes e fruta fresca para o resto da semana. As bancas são quase todas de produtores locais e a qualidade dos produtos é muito acima da média, tal como, eventualmente alguns preços… Se quiser ficar pela costa, vá até à Praia Grande (mas leve um casaquinho porque é aqui onde o inverno passa o verão), beba um copo ou petisque alguma coisa no Bar do Fundo, onde o pôr-do-sol é simplesmente deslumbrante.
A Estrada da Malveira é uma das mais bonitas do país, talvez equiparada à da Arrábida, que também é linda de morrer. Pare para beber um chá ou um café no Moinho Dom Quixote, na Azóia. Pode também comer alguma coisa, mas aqui vai é ficar de boca aberta com a vista, que é de sonho. Depois de passar o Pé da Serra, vire à esquerda para Almoçageme. Também aqui tem uma loja espetacular de artigos de decoração. Além de showroom, é também um atelier de arquitetura e de design de interiores. Chama-se Coisas da Terra e é uma verdadeira tentação para a sua carteira, mas vale mesmo uma visita. E, por esta altura, já deve ser hora de almoço, não? Não perca os percebes e o peixe fresco do Restaurante da Adraga, mesmo em cima da praia.
Antes de chegar a Colares, passe pelo Mercadinho de Almoçageme (só aos fins-de-semana) e abasteça-se de legumes e fruta fresca para o resto da semana. As bancas são quase todas de produtores locais e a qualidade dos produtos é muito acima da média, tal como, eventualmente alguns preços… Se quiser ficar pela costa, vá até à Praia Grande (mas leve um casaquinho porque é aqui onde o inverno passa o verão), beba um copo ou petisque alguma coisa no Bar do Fundo, onde o pôr-do-sol é simplesmente deslumbrante.
A Estrada da Malveira é uma das mais bonitas do país, talvez equiparada à da Arrábida, que também é linda de morrer. Pare para beber um chá ou um café no Moinho Dom Quixote, na Azóia. Pode também comer alguma coisa, mas aqui vai é ficar de boca aberta com a vista, que é de sonho. Depois de passar o Pé da Serra, vire à esquerda para Almoçageme. Também aqui tem uma loja espetacular de artigos de decoração. Além de showroom, é também um atelier de arquitetura e de design de interiores. Chama-se Coisas da Terra e é uma verdadeira tentação para a sua carteira, mas vale mesmo uma visita. E, por esta altura, já deve ser hora de almoço, não? Não perca os percebes e o peixe fresco do Restaurante da Adraga, mesmo em cima da praia.
Antes de chegar a Colares, passe pelo Mercadinho de Almoçageme (só aos fins-de-semana) e abasteça-se de legumes e fruta fresca para o resto da semana. As bancas são quase todas de produtores locais e a qualidade dos produtos é muito acima da média, tal como, eventualmente alguns preços… Se quiser ficar pela costa, vá até à Praia Grande (mas leve um casaquinho porque é aqui onde o inverno passa o verão), beba um copo ou petisque alguma coisa no Bar do Fundo, onde o pôr-do-sol é simplesmente deslumbrante.
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
ESCAPADINHAS PERTO DE LISBOA
AZENHAS DO MAR
Um sonho no Verão e no Inverno.
Um sonho no Verão e no Inverno.
Um sonho no Verão e no Inverno.
Situada a 45 minutos de carro de Lisboa, esta aldeia em cima do Atlântico é uma das mais bonitas e românticas de Portugal.
Além de muitíssimo bem conservada, é um sonho no inverno, quando costuma apanhar dias lindos e com pouca gente. Suba até ao miradouro onde tem uma vista privilegiada sobre a aldeia.
Ainda por cima, tem dois ótimos restaurantes: o Azenhas do Mar, mesmo em cima da piscina oceânica, com uma vista de sonho, com bom peixe e marisco, mas que não é propriamente barato, e depois tem o Água e Sal, que não tem a mesma vista, por isso não é tão caro como o Azenhas do Mar. Não deixe de pedir as ótimas lapas e o delicioso camarão tigre grelhado com arroz de alho. E no fim, prove os gelados artesanais que têm para a sobremesa. São imperdíveis!
Depois de passear pelas Azenhas, vá até à Praia das Maçãs, mesmo ali ao lado, a 4 minutos de carro ou, se preferir, a 20 minutos a pé. É ali que se situa o Búzio que também é uma excelente opção para almoçar ou jantar.